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As Nossas Estrelas

O principe e a princesa que vieram iluminar a nossa vida

As Nossas Estrelas

O principe e a princesa que vieram iluminar a nossa vida

21
Nov08

As birras...

A Nossa Estrela

...ontem foi dia delas cá por casa!

 

 

Começaram à hora do jantar. Queria porque queria fazer um puzzle do Pocoyo enquanto jantava. Expliquei-lhe que isso não seria possível porque enquanto se janta não se fazem puzzles. Não compreendeu e teimoso como é e também fruto da própria idade continuo a teimar.

 

Começou a choradeira e o braço de ferro entre os papás e o Principe.

 

As lágrimas corriam-lhe pela carita abaixo. Sinceramente que houve momentos em que tive vontade de lhe dar umas valentes palmadas, assim como houve outros em que tive vontade de ceder, de abraçá-lo e mimá-lo, mas não podia ser, nós não podíamos ceder.

 

O choro normal deu lugar ao choro compulsivo e aos soluços, dizia, no meio de muitas lágrimas que não conseguia parar de chorar....

 

Dissemos-lhe que não iria sair da mesa enquanto não comesse a sopa, o prato e a fruta. Dissemos-lhe ainda que iríamos esperar o tempo que fosse preciso até ele acalmar e comer. Nestes momentos tento não me esquecer da expressão "comportamento gera comportamento" e por isso mesmo a ira não nos iria levar a lugar nenhum.

 

Ao fim de largos minutos, muitos até, a normalidade começou a chegar e ele comeu a sopa (que estava quase fria), o prato e a fruta.

 

A esta altura pensamos que tudo já tinha passado, mas não....

 

Quando estávamos para sair de casa dos avós e já depois de o chamar-mos "decidiu" que queria ver mais um filme do Ruca no computador. Dissemos que não podia ser, que nos íamos embora. Novamente começou o berreiro. Começou a correr atrás de nós a refilar e a chorar. Assim veio no carro até casa, depois...lá acalmou mas sempre sempre a refilar. Decididamente o Principe ontem estava num dia NÂO!

 

Não são propriamente as birras que me preocupam, embora preferisse que não existissem, o que me preocupa é saber se tomo as atitudes correctas nos momentos certos, se as minhas decisões poderão influenciar a personalidade do Principe e se em sentido positivo ou negativo, se depois de tanta choradeira ele se sente feliz!

 

Por norma não gosto de dizer ao Principe que "não" gratuitamente, com receio de ter que voltar atrás em alguma decisão. Tento, em breves instantes, analisar os pedidos dele de modo a responder mais pela razão do que pelo coração. O que com isto não queira dizer, até porque já aconteceu, que eu contrarie o Principe e que ele com os seus argumentos não consiga demover-me da minha decisão, isto já aconteceu e nestas circunstâncias tive que dar a mão à palmatória.

 

Por vezes é tão difícil decidir e saber exactamente o que é correcto e o que não o é!

 

Se tiverem para aí um manual de instruções de como educar uma criança...arranjem-me uma cópia, please!

 

Beijinhos a todos desta mamã cheia de dúvidas!

Sandra

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